Ligar os pontos
Um dia desses, caiu-me nas mãos uma revistinha de passatempo, contendo alguns jogos simples, surpreendentes sobrevivências baseadas em lápis e papel, nesta era de diversões tecnológicas.
Um dia desses, caiu-me nas mãos uma revistinha de passatempo, contendo alguns jogos simples, surpreendentes sobrevivências baseadas em lápis e papel, nesta era de diversões tecnológicas.
Minha vida, no momento presente, é uma sinfonia composta de três movimentos distintos: "muitas pessoas", "algumas pessoas", e "quase ninguém". Cada um deles dura aproximadamente quatro meses por ano, se misturam com frequência durante o mesmo mês, mas não se confundem.
O Espaço Ciências, do Instituto de Tecnologia ORT, em Botafogo, foi inaugurado com as bênçãos internacionais dessa importante organização pedagógica.
Há um evidente exagero no que vou dizer, mas vamos lá: tenho vivido o ano de 1968 mais agora do que na época. É apenas uma sensação, claro, mas tão intensa que vou ter que tirar umas semanas de férias para poder dar conta dos compromissos assumidos — artigos, entrevistas, inclusive para rádios, documentários e teses, e palestras aqui e em outras cidades.
O desabamento do edifício em São Paulo ocupado por uma dissidência do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) explicitou o descaso das autoridades públicas que, além de não terem programas habitacionais para combater a tragédia da falta de moradia, não fiscalizam os pardieiros invadidos por uma centena de movimentos ditos sociais, mas que, em sua maioria, se transformaram em milícias urbanas, arrancando dinheiro de quem não tem nem para viver.
Começou ontem mais uma ação da defesa do ex-presidente Lula para livrá-lo da cadeia, onde já está há um mês. Os ministros votam, no plenário virtual da Segunda Turma, uma reclamação contra a ordem de prisão que já foi negada pelo ministro Edson Fachin. O agravo regimental questiona determinação do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) ao juiz Sergio Moro para decretar a prisão do ex-presidente.
Passei uma semana em Nova York para participar de um evento sobre novas tecnologias para a medição da ingerência de drogas por condutores de caminhão pelas marcas deixadas nos cabelos.
Justiça seja feita. Mesmo sabendo, ou prevendo, que seria hostilizado, Temer, estando em SP, enfrentou o risco e não deixou de levar seu apoio às famílias das vítimas do desabamento do edifício Wilton Paes de Almeida, onde só não foi agredido fisicamente porque saiu às pressas, escoltado por seguranças.
Como já aconteceu outras vezes, é importante abrir de vez em quando espaço nesta coluna para olhar o mundo de uma perspectiva diferente, mas incorreta. Hoje o tema central é o casamento, que começa sendo ilustrado por uma história:
O fim do foro privilegiado de deputados e senadores por unanimidade mostra que, apesar das diferenças de visão, o Supremo Tribunal Federal tem uma posição firme sobre o assunto, variando apenas a maneira de aplicar a decisão. Mesmo que os ministros que eram contra a proposta tenham aderido a ela apenas diante do fato consumado.
A partir de hoje o foro de prerrogativa de função, ou mais popularmente o foro privilegiado, será diferente de como o conhecemos hoje, abrangendo cerca de 55 mil pessoas em cargos públicos.
Perder um irmão querido representa um verdadeiro sofrimento. Foi o que aconteceu na semana passada, quando se foi o estimado Júlio, exemplo de lutador e intelectual de primeira ordem.
A História me fascina desde a infância. Era, antes de tudo, uma visão monumental, um grande afresco nas paredes do tempo, no qual grandes impérios emergiam do nada e para o nada se apressavam a passos largos.
Esse Primeiro de Maio explicitou duas situações: a impopularidade de Temer já o impede de sair às ruas; e o ex-presidente Lula, apesar de preso, não mobiliza a população.
Domingo de manhã, uma amiga telefona para comentar a divertida crônica de Xexéo sobre a dificuldade de manter uma vida social nos dias de hoje.